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A Mulher do Chapéu de Palha

Título: A Mulher do Chapéu de Palha

Autor: Graça Pina de Morais

Sinopse: Quando a política estava na ordem do dia, uma mulher nem nova nem velha sai de casa para ir à praia. À luz clara da manhã, rememora sua vida. "O que poderá ter para mim ainda um sentido?", interroga-se, na viagem de eléctrico que a leva de Leça ao mercado de Matosinhos. Aí um vendedor apregoa por um funil de lata um xarope para todos os males. No regresso, a nortada da tarde vai desagregando a seus olhos a limpidez que a manhã revelara no mar, nas ruas e nas gentes. Outras impressões e devaneios infrutíferos a acompanham. Fantasia-se a viajar aos confins do universo, correndo risco de vida, para levar consigo esta pergunta: "por que motivo os seres humanos se brutalizam uns aos outros?". Conto de recorte autobiográfico, ou alegoria sobre a acção humana, A Mulher do Chapéu de Palha constrói uma perturbadora imagem da dilaceração do sujeito.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Mulher do Chapéu de Palha”, de Graça Pina de Morais, publicado pela editora Antígona, em 2000 e com 46 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Antígona

Páginas: 46

Ano: 2000

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 9726081181

ISBN13:

    Sobre a editora

    A leitura dos livros da editora Antígona revela um interesse persistente por temas que questionam estruturas sociais, políticas e culturais, frequentemente com um tom crítico e reflexivo. O catálogo privilegia obras que exploram a tensão entre indivíduo e sistema, seja por meio de análises filosóficas profundas, narrativas históricas ou ficções distópicas. A linguagem é, em geral, densa e cuidadosa, mas acessível, convidando o leitor a uma imersão que combina rigor intelectual com uma certa urgência existencial. Há uma presença marcante de textos que abordam crises sociais, identidades complexas e dilemas morais, com um ritmo que varia entre o contemplativo e o intenso, dependendo do enfoque narrativo. Essa diversidade se manifesta tanto em obras mais ensaísticas quanto em romances ou relatos biográficos, oferecendo contrastes entre o mais narrativo e o mais informativo.

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