
Título: A Ocupação Americana
Autor: Pascal Quignard
Sinopse: A ocupação americana é uma história passada no final dos anos 50, à beira do Loire, descrevendo o amor de infância entre Marie José Vire e Patrick Carrions. Um amor forte e indissolúvel, até a instalação das bases americanas em 1959.Mas aquele amor romântico, embalado por canções de François Villon, fica extremamente perturbado pela excitação diante dos equipamentos americanos, de automóveis fantásticos e da poesia triste dos blues. O casal deseja então entrar naquele novo mundo. Trata-se de um romance realista, extremamente francês, que, no entanto, apresenta o homem do futuro ligado à multiplicidade de culturas. A ocupação americana também foi trabalhado pelo cinema, a quatro mãos por Quignard e Alain Corneau, pelo mesmo método de Todas as manhãs do mundo. Quignard se ocupou das tramas e diálogos, enquanto Corneau sugeria os cenários e os ambientes.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Ocupação Americana”, de Pascal Quignard, publicado pela editora Rocco, em 1996 e com 125 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Rocco
Páginas: 125
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788532506023
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
