
Título: A Vida Da Literatura
Autor: Foscolo Guilherme
Sinopse: Os textos que compõem este livro resultam do encontro de três gerações de pesquisadores que se propuseram a pensar, juntos, sobre a Vida da Literatura. O ensaio de abertura, de Hans Ulrich Gumbrecht, a partir dos contextos exploratórios de corpos místicos, bliss e intensidade, propõe uma nova forma de vida a partir da cultura literária. O ensaio seguinte, o de Flora Süssekind, reconstrói uma outra face da bliss, o êxtase negativo, a partir de uma análise que remonta ao trabalho de Ana Cristina Cesar na tradução do conto “Bliss”, de Katherine Mansfield. Guilherme Foscolo escreve sobre a vida das tecnologias a partir de um diálogo com o Manifesto Ciborgue, de Donna Haraway. Alex Martoni, por sua vez, na contramão das previsões contemporâneas para a morte da literatura, reivindica uma literatura viva pela dimensão sensível da leitura. Por fim, o texto de Nicolau Spadoni, provocando o futebol – entre acontecimento e filosofia –, acena para uma forma de vida que se alimenta da/e alimenta a própria literatura.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “A Vida Da Literatura”, de Foscolo Guilherme, publicado pela editora N-1 edições, em 2022 e com 110 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: N-1 edições
Páginas: 110
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6581097241
ISBN13: 9786581097240
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,080
- Altura (cm): 17,00
- Largura (cm): 10,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.
