
Título: Anarquismos e Sociedade de Controle
Autor: EDSON PASSETTI
Sinopse: O anarquista é o incansável inimigo da milenar cultura da obediência e do castigo. Ele não vive para o futuro. Faz no presente, afirmando singularidades. Realiza a vida igualitária entre pessoas livres associadas, inventa costumes e dissolve autoridades. A anarquia é uma existência que não pode ser capturada por um conceito. Na sociedade disciplinar, o anarquista combate hierarquias, internações, dominações, exclusões e o que se antepõe às potências libertárias. Na sociedade de controle, ele amplia sua atuação questionando a exigência de uniformidade planetária e a convocação à participação na economia dos fluxos. Analisar a época em que vivemos é um risco libertário saudável, até mesmo para problematizar a atualidade dos anarquismos.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Anarquismos e Sociedade de Controle”, de EDSON PASSETTI, publicado pela editora CORTEZ, em 2003 e com 328 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: CORTEZ
Páginas: 328
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8524909609
ISBN13: 9788524909603
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,500
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Cortez costumam explorar temas ligados às ciências sociais e humanas, com foco em análises críticas da realidade brasileira e latino-americana. A experiência de leitura frequentemente envolve abordagens acadêmicas e reflexivas sobre questões como Serviço Social, educação, políticas públicas e cultura, com textos que mesclam rigor teórico e linguagem acessível. O catálogo apresenta obras que discutem desde trajetórias históricas e filosóficas até práticas pedagógicas e sociais atuais, criando um contraste entre análises densas e narrativas que valorizam a diversidade cultural e social. Em meio a trabalhos mais densos, há também espaço para textos que dialogam com o público infantojuvenil, trazendo contos e histórias que remetem ao folclore e à infância, o que evidencia uma certa amplitude temática e de público.
