
Título: Arquitetura da informação pervasiva
Autor: Silvana Aparecida Borsetti Gregorio Vidotti
Sinopse: Este livro é indicado não apenas para estudantes, profissionais e pesquisadores que trabalhem com Ciência da Informação e Arquitetura da Informação, mas também para todos que militem em áreas como a ciência da computação, comunicação, arquitetura, design gráfico e outras. Os autores, principalmente, contextualizam as dinâmicas sociotecnológicas pertinentes ao mundo contemporâneo; posteriormente, apresentam a Arquitetura da Informação sob diversos aspectos - discutindo o tema por um viés epistêmico - e discutem a Arquitetura da Informação sob quatro diferentes abordagens - arquitetural,sistêmica, informacional e pervasiva. Por fim, analisam o tema que é objeto central da obra: a Arquitetura da Informação Pervasiva.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Arquitetura da informação pervasiva”, de Silvana Aparecida Borsetti Gregorio Vidotti, publicado pela editora SciElo - Editora UNESP, em 2015 e com 131 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: SciElo - Editora UNESP
Páginas: 131
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora SciELO - Editora UNESP costumam apresentar uma leitura que combina rigor acadêmico e sensibilidade cultural, frequentemente explorando temas históricos, filosóficos e literários com profundidade. A experiência de leitura tende a ser densa, com narrativas que dialogam com contextos sociais e políticos, como a análise crítica da esquerda armada ou a reflexão sobre o envelhecimento no Brasil. O catálogo também revela um cuidado especial com obras que cruzam linguagens, como a interseção entre literatura e artes visuais, além de textos que discutem a formação profissional em saúde e o desenvolvimento do pensamento e da linguagem. Há obras mais narrativas, como romances e crônicas, e outras mais analíticas, como ensaios filosóficos e estudos educacionais, que podem exigir do leitor atenção ao ritmo e à complexidade conceitual.
