
Título: AS CASAS ONDE NÃO VIVI
Autor: Júnia Araújo
Sinopse: Antes dos 10 anos de idade, Júnia se vê órfã de pai e mãe vivos. Abandonados pela mãe e sem contato com o pai – ausente - por muitos anos, ela e seus irmãos são entregues à própria sorte, separados e espalhados por diferentes lugares e cidades, vivendo em orfanatos, casas de parentes e até de pessoas com quem não tinham intimidade. Tudo o que é narrado aconteceu de verdade. Uma história que teria tudo para dar errado. Mas a autora confere à narrativa a mesma energia e força de vontade que teve para transpor os obstáculos de uma vida de privações e se encarrega também de valorizar as relações de amor e de apoio dos poucos que se dispuseram a ajudá-la ao longo dessa jornada – quase solitária – e apesar de uma história triste em muitos momentos, o livro nos possibilita também caminhar ao lado de Júnia em sua busca por uma vida melhor, por um lugar no mundo, e comemorar com ela cada pequena conquista. Mais do que uma história de sofrimento, esta é uma saga de superação.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “AS CASAS ONDE NÃO VIVI”, de Júnia Araújo, publicado pela editora Editora Reformatório, em 2023 e com 260 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Reformatório
Páginas: 260
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6588091990
ISBN13: 9786588091999
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,330
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora EDITORA REFORMATORIO convidam a uma imersão em narrativas densas, que exploram conflitos humanos profundos e dilemas existenciais. A experiência de leitura frequentemente traz personagens marcados por solidão, opressão social ou familiar, e uma busca intensa por sentido, muitas vezes ambientada em cenários que vão do urbano contemporâneo a comunidades rurais ou históricas. O tom das obras varia entre o poético e o cru, com histórias que transitam entre o realismo psicológico e a reflexão sobre temas como morte, memória, identidade e poder. O catálogo revela uma preferência por narrativas que desafiam o leitor a confrontar a complexidade das relações humanas e a fragilidade das certezas cotidianas.
