
Título: Às margens: poesia que corta a cidade
Autor: Thay Gadelha
Sinopse: Durante muito tempo, a poesia foi lembrada como uma arte apropriada e monopolizada pelas classes econômica e socialmente dominantes, muitas vezes utilizadas como mero exercício de diletantismo. Contudo, esquece-se que mesmo nestes momentos, a poesia mantinha-se como fenômeno de resistência popular, seja nos versos dos cordéis, seja nas declamações populares. E se a poesia em língua portuguesa, especialmente a brasileira, estabeleceu-se no cenário mundial com grandes nomes nas mais diversas correntes, uma nova leva de poetes vem ganhando destaque com seus versos criados para serem declamados, e não apenas escritos. A métrica deixa de ser o foco em detrimento da mensagem, que não tem como objetivo meramente entreter, mas arranhar os tímpanos do público, denunciar o que se passa nas pequenas vielas das periferias brasileiras. Este livro mostra mais do que o talento de seus autores, ele traz denúncias em forma de versos, protestos em forma de arte. Isto é o slam, uma forma de expressão das angústias que ferem nossa sociedade, no geral, e nossa juventude, em especial.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Às margens: poesia que corta a cidade”, de Thay Gadelha, publicado pela editora SertãoCult, em 2022 e com 78 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: SertãoCult
Páginas: 78
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8567960797
ISBN13: 9788567960791
Sobre a editora
Os livros da editora SertãoCult convidam o leitor a um mergulho em temas que transitam entre o urbano e o regional, com forte presença de perspectivas acadêmicas e culturais brasileiras. A experiência de leitura revela um interesse por narrativas que exploram a complexidade das cidades, como fragmentos múltiplos e contraditórios, e pela valorização de saberes ligados à memória, história e educação, especialmente em contextos locais e populares. O catálogo sugere um diálogo entre textos mais densos, com linguagem crítica e reflexiva, e obras que apresentam uma abordagem mais acessível e didática, como propostas para ensino e divulgação científica. O ritmo das obras varia do ensaio acadêmico à poesia de denúncia, passando por relatos de trajetórias pessoais e coletivas, que enfatizam a interdisciplinaridade e a escuta atenta das vozes marginalizadas.
