
Título: Aventuras de uma Língua Errante
Autor: J. Guinsburg
Sinopse: J. Guinsburg vem se interessando ao longo dos anos, com a perspicácia que lhe é inata, na cultura judaica escrevendo inúmeros ensaios e artigos sobre os mais variados aspectos ligados a esta área. Desta larga atividade reuniu, completou e cinzelou a presente edição: ''''Aventuras de uma Língua Errante'''', na qual se debruça sobre o ídiche, língua que se formou no século X e, que servia como intercomunicação do dia-a-dia, já que o hebraico - língua sagrada - era usado para a comunicação com a divindade, desvendando ante nossos olhos as ricas produções que dela se originaram no campo da filosofia, literatura, arte e política. O percurso criativo desta língua na literatura e no teatro é abordado nesta obra não só em conjuntos históricos-críticos como na análise de suas figuras exponenciais de Mêndele, Scholem Aleikhem, Peretz, Goldfaden até Bashevis Singer.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Aventuras de uma Língua Errante”, de J. Guinsburg, publicado pela editora Perspectiva, em 1996 e com 508 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Perspectiva
Páginas: 508
Ano: 1996
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527300907
ISBN13: 9788527300902
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,840
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,80
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
