
Título: Cadernos da Guerra e Outros Textos
Autor: Marguerite Duras
Sinopse: Os Cadernos da Guerra constituem uma parte dos arquivos pessoais que a autora legou ao Estado francês em 1995. O conteúdo desses quatro cadernos se relaciona ao quadro da Segunda Guerra Mundial. Nestes cadernos, evoca períodos de sua vida - a infância na Indochina, participando da luta da família para proteger contra o Pacífico as terras ingratas compradas de funcionários corruptos; a adolescência na colônia francesa, com os amores proibidos; as cenas duras que nos trazem episódios da resistência francesa à ocupação alemã e da libertação de Paris; rascunhos de romances, como Barragem contra o Pacífico ou Le Marin de Gibraltar. Dez "outros textos", de ficção e ensaísticos, contemporâneos da redação desses cadernos, completam essa obra.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Cadernos da Guerra e Outros Textos”, de Marguerite Duras, publicado pela editora Estação Liberdade, em 2009 e com 384 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Estação Liberdade
Páginas: 384
Ano: 2009
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574481564
ISBN13: 9788574481562
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,447
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.
