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Caros Amigos #175: A Primeira à Esquerda

Título: Caros Amigos #175: A Primeira à Esquerda

Autor: Cadastro de autores

Sinopse: Anos seguidos de câmbio favorável à importação e juros estratosféricos afetaram negativamente diversos setores industriais, com a consequente redução da atividade, perda de postos de trabalho e compressão da massa salarial. A indústria perdeu espaço no PIB do Brasil. Tem sido muito mais vantajoso para o capital apostar nos importados e na ciranda fi nanceira do que investir na atividade produtiva nacional. A reportagem da Caros Amigos mostra como essa política – ainda fundamentada no fracassado Consenso de Washington – tem sido danosa ao País, especialmente para os trabalhadores, além de ser responsável direta pela contínua perda de conhecimento e domínio tecnológico, desemprego estrutural e uma brutal evasão de recursos que poderiam ser revertidos para melhorar as condições de vida do povo brasileiro. Outra reportagem da revista procura debater como deve ser o combate à corrupção segundo a ótica das forças políticas de esquerda, já que a corrupção é inerente ao sistema capitalista. Caros Amigos ouviu vários intelectuais sobre qual deve ser a postura da esquerda, como combater a corrupção sem cair na visão moralista típica das forças de direita. É evidente que, para quem é de esquerda, combater a corrupção signifi ca, ao mesmo tempo, combater o capitalismo. Quase 1 milhão de estudantes estão, hoje, matriculados em cursos superiores de Ensino a Distância (EAD), a grande maioria mantidos por instituições privadas que se aproveitaram dessa modalidade de organização escolar para massifi car seus tentáculos, atrair jovens de baixa renda e intensifi car a “fábrica de diplomas” de curso superior sem fornecer conhecimento de nível superior. A Caros Amigos mostra o que está acontecendo com o EAD. Outra matéria de educação conta como está a campanha nacional em defesa de 10% do PIB. Duas boas entrevistas marcam a presente edição: uma com o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, sobre a polêmica “internação compulsória”. E outra com o diretor de teatro Antunes Filho, que tem 62 anos de carreira e analisa a situação do teatro brasileiro, hoje. Além disso, contamos com ótimos artigos e análises do corpo de colaboradores da revista. Vale a pena conferir.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Caros Amigos #175: A Primeira à Esquerda”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Casa Amarela, em 2011 e com 48 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Casa Amarela

Páginas: 48

Ano: 2011

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Cadastro de autores revela um universo marcado pela diversidade de gêneros e estilos, com forte presença de histórias em quadrinhos, mangás e narrativas gráficas. A experiência oscila entre o ritmo acelerado das aventuras e o tom mais introspectivo de dramas pessoais, muitas vezes permeados por tensões emocionais intensas e conflitos internos. As tramas frequentemente exploram temas como identidade, justiça e relações humanas, com personagens que transitam entre o heroísmo e a vulnerabilidade. A prosa visual, quando presente, varia do detalhamento minucioso à economia de traços, criando atmosferas que vão do sombrio ao leve, do realista ao fantástico. Navegar pelos livros de Cadastro de autores neste catálogo é entrar em contato com histórias que desafiam o leitor a refletir sobre escolhas e consequências, enquanto se mantém entretido por narrativas ágeis e envolventes.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Casa Amarela apresentam um olhar crítico e detalhado sobre temas sociais, políticos e culturais, frequentemente com foco na realidade brasileira e em questões contemporâneas urgentes. A leitura costuma ser densa e reflexiva, marcada por entrevistas aprofundadas, análises políticas e relatos autobiográficos que revelam tensões e conflitos reais, como debates sobre saúde pública, educação, urbanismo e direitos humanos. O tom varia entre o jornalístico, o ensaístico e o narrativo, com algumas obras adotando um ritmo mais investigativo e outras privilegiando a experiência pessoal e histórica. O catálogo sugere um interesse por textos que dialogam com o presente de forma direta, sem recorrer a simplificações ou clichês.

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