
Título: Catálogo Tempo de Almanaque
Autor: Antonio Oliveira Santos
Sinopse: O catálogo, uma realização do Departamento Nacional do Sesc, retrata a exposição de publicações e divulga um trabalho de responsabilidade social desenvolvido desde 1930. Um dos valores da Exposição reside em seu poder culturalmente estimulante, descortinando imagens, concepções e comportamentos de um determinado período brasileiro, quando alguns aspectos tecnológicos não se faziam presentes, quando era difícil a publicação e circulação da palavra escrita, se comparada a hoje com essa incrível proliferação de impressos. Colocar almanaques (que marcaram gerações de leitores nos séculos XIX e XX) ao alcance de mãos e olhos do terceiro milênio significa instruir na contemplação do passado e na verificação de um processo evolutivo. A Exposição, estruturada em painéis exibindo capas e páginas de almanaques, bem como reproduções na íntegra, não deixa ninguém indiferente.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Catálogo Tempo de Almanaque”, de Antonio Oliveira Santos, publicado pela editora Cromos, em 2011 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cromos
Páginas: 72
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8589336662
ISBN13: 9788589336666
Sobre a editora
Os livros da editora Cromos costumam explorar territórios poéticos e narrativas que misturam raízes culturais com uma forte presença regional, especialmente do Pará e da Amazônia. A leitura aqui é marcada por uma linguagem que pode ir do experimental ao lírico, com temas que atravessam desde o cotidiano das cidades brasileiras até paisagens distantes como o Tibete e o Saara. O tom das obras varia entre o contemplativo e o envolvente, muitas vezes com uma dimensão social ou histórica que convida o leitor a refletir sobre o passado e o presente. O catálogo revela uma atenção especial à literatura infantojuvenil, à poesia e à valorização de vozes locais, com um ritmo que pode ser tanto meditativo quanto narrativo.
