
Título: Como e Porque Sou Romancista
Autor: José de Alencar
Sinopse: José de Alencar foi um dos autores mais importantes da literatura brasileira. Responsável por levantar a bandeira de que o escritor brasileiro deveria se desvencilhar das influências colonialistas, voltando-se para o que era realmente brasileiro. Assim, escreveu obras como O guarani, Iracema e Ubirajara, entre tantos outros romances. Cearense, nasceu no município de Messejana, próximo de Fortaleza, indo morar no Rio de Janeiro com apenas 11 anos. Filho de José Martiniano de Alencar e Ana Josefina de Alencar, o jovem que viria a ser escritor foi influenciado pelos ideais políticos do pai, senador, assim como o irmão, que era diplomata. Apesar de ter se formado em direito e atuado como advogado, José de Alencar realizaria os seus maiores feitos enquanto político e escritor. Como e porque sou romancista veio ao lume vinte e um anos depois de sua morte, em 1872, quando fora acometido pela tuberculose. A obra, apesar de ser uma autobiografia, é entendida por diversos críticos como fundamental para entender um pouco mais sobre a literatura brasileira e sobre as obras alencarinas.
Contexto da obra
Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “Como e Porque Sou Romancista”, de José de Alencar, publicado pela editora Moinhos, em 2000 e com 60 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.
Editora: Moinhos
Páginas: 60
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8592579384
ISBN13: 9788592579388
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,100
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Moinhos revela um interesse constante pela complexidade das experiências humanas, muitas vezes exploradas em narrativas densas e intensas, que transitam entre a poesia, o romance e o ensaio. O catálogo privilegia obras que expõem conflitos íntimos e sociais, como a violência estrutural, as tensões de gênero e as contradições da memória, em contextos urbanos ou periféricos marcados por desigualdades. A linguagem costuma ser cuidadosa e reflexiva, ora lírica, ora incisiva, com ritmo que oscila entre o fragmentado e o fluido, convidando o leitor a mergulhar em atmosferas que vão do cotidiano à dimensão simbólica. Moinhos publica textos que se debruçam sobre a condição feminina, a marginalidade, o corpo e a linguagem, além de estudos literários que propõem leituras críticas e analíticas profundas.
