
Título: Crônica de Indomáveis Delírios
Autor: Joel Rufino dos Santos
Sinopse: Durante a Revolução Pernambucana de 1817, a facção “francesa” acalentou um sonho: trazer Napoleão – a Águia –, então prisioneiro dos ingleses, para comandar seu exército. Esse movimento era um típico caso de “ideias fora de lugar”. Como praticar igualdade, liberdade e fraternidade num país de escravos? Como abolir privilégios de nascimento e fortuna numa terra de senhores de engenho? Ali estava o limite, a cerca ainda hoje viva do nosso liberalismo. Napoleão vem e radicaliza as contradições. Para ele, só a Abolição e a incorporação dos quilombos tornariam invencível a empreitada democrática. Assim, conduz o exército renovado a duas batalhas decisivas, Wagram e Waterloo tropicais. Em Salvador, 1835, eclode a revolta muçulmana e insinua-se uma trama diabólica envolvendo a Bahia, o Brasil, a cristandade. Os revolucionários são negros malês, candomblezeiros, kardecistas, negros fugidos. A repressão é implacável. Há, porém, algumas surpresas. Sob o manto desses subversivos, ressurgem protagonistas da Revolução Pernambucana. Crônica de indomáveis delírios, do historiador e romancista Joel Rufino, parte de fatos reais para criar uma narrativa densa e coerente, no melhor padrão da ficção histórica brasileira.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Crônica de Indomáveis Delírios”, de Joel Rufino dos Santos, publicado pela editora Rocco, em 2014 e com 162 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Rocco
Páginas: 162
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
