
Título: Cultivando a Mente de Amor
Autor: Thich Nhat Hanh
Sinopse: Neste livro Trich Nhat Hanh partilha momentos que lhe tocaram o coração durante os anos de sua formação - bebendo a água cirstalina na fonte de um eremita; olhando a imagem de Buda na capa de uma revista; tornando -se um monge para praticar pela sua geração, sua sociedade e o mundo; e se apaixonando. Ele tece estes episódios detalhadamente e examinando textos-chave do budismo Mahayna. O autor ajuda o leitor a entender a natureza da ''''''''inter-existência'''''''' e ''''''''interpenetração'''''''' de todas as coisas, ajudando a superar as noções que obstruem o caminho da experiência direta e assim entrar no ''''''''reino Avatamsaka da realidade última''''''''. Assim ele nos mostra maneiras de cultivar nossa própria ''''''''mente de amor'''''''' e trazer alegria e esperança para nós mesmos e para muitos outros.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Cultivando a Mente de Amor”, de Thich Nhat Hanh, publicado pela editora Palas Athena, em 2000 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Palas Athena
Páginas: 128
Ano: 2000
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8572420312
ISBN13: 9788572420310
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Palas Athena oferecem uma experiência de leitura que mescla rigor científico e reflexão profunda sobre a condição humana, ética e espiritualidade. O catálogo privilegia obras que exploram temas como comunicação não violenta, justiça restaurativa e mitologia, sempre com um olhar interdisciplinar que conecta filosofia, psicologia e sociologia. A linguagem tende a ser acessível, mas densa, convidando o leitor a um envolvimento cuidadoso com questões complexas, muitas vezes relacionadas a conflitos, trauma e transformação social. Há uma presença marcante de narrativas que propõem práticas de convivência pacífica e de autoconhecimento, com um tom que varia do didático ao contemplativo.
