
Título: Da Lama ao Caos - Que Som E Esse que Vem de Pernambuco.
Autor: José Teles
Sinopse: No primeiro livro da coleção Discos da Música Brasileira, o jornalista e crítico José Teles reconstrói a trajetória do álbum que transformou a música brasileira ao fincar sua “parabólica” de guitarras pesadas nos ritmos populares de Pernambuco: Da lama ao caos, de 1994, de Chico Science & Nação Zumbi. Colunista de música do Jornal do Commercio, de Recife, desde 1987, foi testemunha privilegiada do nascimento do álbum e da cena manguebeat, encabeçada por Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A. No livro, Teles entrevista músicos, produtores, empresários, diretores de gravadoras, designers, fotógrafos e jornalistas para recontar a história e os bastidores do disco que colocou Recife no centro da cena cultural dos anos 1990.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “Da Lama ao Caos – Que Som E Esse que Vem de Pernambuco.”, de José Teles, publicado pela editora Edições Sesc, em 2022 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Edições Sesc
Páginas: 136
Ano: 2022
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8594931794
ISBN13: 9788594931795
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,183
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 12,80
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora EDICOES SESC oferecem uma imersão em temas que transitam entre as artes, as ciências humanas e as reflexões contemporâneas. A experiência de leitura costuma ser densa e multifacetada, combinando ensaios filosóficos, estudos históricos e análises culturais que dialogam com a memória, a identidade e as transformações sociais. O tom varia entre o acadêmico e o poético, com textos que exploram desde a fotografia de guerra até a trajetória de artistas e movimentos culturais brasileiros e internacionais. O catálogo revela ainda um interesse por narrativas que conectam o passado ao presente, como as memórias indígenas e os processos de resistência cultural.
