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Derrida-Saint Augustin: Des Confessions

Título: Derrida-Saint Augustin: Des Confessions

Autor: Jacques Derrida

Sinopse: Le dernier colloque auquel a participé Derrida aux États-Unis (en 2001) avait pour objet de croiser l'un de ses ouvrages les plus déroutants, Circonfession, et Les Confessions de saint Augustin (dont on célébrait le jubilé). L'expérience de sa mère mourante avait amené le philosophe à se replonger dans l'ouvrage d'Augustin, au point d'y découvrir un des fils conducteurs de sa vie. Dans ce colloque, on entend, bien sûr, la voix unique de Derrida, on l'écoute dialoguer in vivo avec les plus grands spécialistes de la patristique mais aussi avec des philosophes contemporains, dont certains étaient ses amis les plus proches. Le dialogue est d'autant plus fécond que s'y ajoute un autre grand « augustinien » du postmodernisme français : Jean-François Lyotard. Aussi riche sur Augustin que sur Derrida, ce volume renouvelle en profondeur la vision qu'on peut avoir des deux oeuvres. Par leur portée épistémologique, certaines contributions font pour Derrida ce que Veyne avait fait pour Foucault en écrivant son Comment Foucault a révolutionné l'histoire. D'autres, comme les essais de Caputo et de De Vries, notamment, rendent à la pensée de Derrida sa véritable dimension théologique. Acabamento: Paperback. Peso: 558g. Dimensões: 23 x 16 x 1.

Contexto da obra

Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Derrida-Saint Augustin: Des Confessions”, de Jacques Derrida, publicado pela editora Editions Stock, Paris, em 2007 e com 500 páginas, integra a categoria Filosofia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.

Editora: Editions Stock, Paris

Páginas: 500

Ano: 2007

Edição: 1ª EDICAO

Linguagem:

ISBN:

ISBN13: 9782234059610

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Jacques Derrida é um convite a um percurso denso e exigente, onde o ritmo varia entre o rigor filosófico e a experimentação linguística. A prosa frequentemente se desdobra em jogos de sentido e ambiguidades, que desafiam o leitor a acompanhar um pensamento que se desconstrói enquanto se constrói. A experiência é marcada por uma tensão entre o abstrato e o concreto, com passagens que exploram desde temas éticos e políticos até questões linguísticas e psicanalíticas. O foco intelectual é intenso, mas há momentos em que a escrita se torna quase performativa, como se o texto encenasse a própria reflexão. Ler Derrida é lidar com uma escrita que não se entrega facilmente, que provoca dúvidas sobre a linguagem, a escrita e a filosofia, deixando perguntas abertas sobre a relação entre vida, morte, justiça e diferença.

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