
Título: Diário da Peste - O Ano de 2020
Autor: Gonçalo M. Tavares
Sinopse: «NASA cancela pesquisas na Lua. Matteo come uma garfada de pasta junto à janela que dá para a Rua Vittorio De Sica. De Sica foi o cineasta de Ladrões de Bicicletas. Na Lombardia uma mulher grita pelo nome de Paolo. Um doente num hospital da Lombardia vê o rosto da mulher e do irmão num iPad bem levantado no ar pelas luvas brancas do médico. O hotel Marriott é transformado num hospital de campanha.» Este é o diário que Gonçalo M. Tavares escreveu sobre a pandemia entre Março e Junho de 2020. Foi a partir de notícias, ou mesmo de experiências pessoais, ocorridas durante esta quarentena global inédita que Gonçalo M. Tavares elaborou uma crítica ética e política à sociedade actual cujos contornos se tornaram mais evidentes nesta fractura de «um século xxi partido em dois por um vírus». Na Argentina escreveu-se: «com este Diário da Peste, Tavares traz algo novo para a literatura mundial». António Guerreiro escreveu: «Seja escrito em estado de emergência ou em estado de calamidade, o Diário da Peste que Gonçalo M. Tavares tem publicado no Expresso dá expressão e forma ao que estamos a viver como nenhuma imagem, nenhum directo, nenhuma notícia, nenhuma reportagem consegue dar». Este Diário da Peste «é um dos momentos mais altos da literatura portuguesa». Acabamento: Paperback. Peso: 528g. Dimensões: 23.3 x 15.3 x 2.3.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Diário da Peste – O Ano de 2020”, de Gonçalo M. Tavares, publicado pela editora Relogio D'Agua, em 2021 e com 312 páginas, integra a categoria Europeia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Relogio D'Agua
Páginas: 312
Ano: 2021
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português de Portugal
ISBN:
ISBN13: 9789897831324
Sobre a editora
Os livros da editora Relógio D'Água apresentam uma leitura que mescla densidade intelectual e narrativa envolvente, transitando entre a poesia, a filosofia e a ficção literária com forte carga reflexiva. As obras frequentemente exploram tensões entre pensamento e ação, passado e presente, individual e coletivo, criando atmosferas que oscilam entre o íntimo e o universal. O ritmo das narrativas varia, podendo ser contemplativo e psicológico em alguns casos, ou marcado por conflitos morais e políticos em outros, sempre com uma linguagem que privilegia a precisão e a profundidade. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como a condição humana, o poder, a memória e as contradições sociais, com textos que dialogam tanto com a tradição clássica quanto com questões contemporâneas.
