
Título: Dimensões do Ato em Psicanálise
Autor: Ronaldo Torres
Sinopse: O livro que o leitor tem agora em mãos é uma tentativa de tratar a teoria da fundamentação da ação clínica como uma teoria dos paradoxos, ou seja, como uma teoria da impossibilidade da prescrição dos atos. Esta é uma leitura que temos que reconhecer como original e contributiva, não apenas ao tema específico do ato analítico, mas ao terreno mesmo no qual se inclui. O gênero inexistente da teoria da técnica encontraria aqui seu sucedâneo lacaniano, homólogo em função, radicalmente subversivo em intenção. Para que o leitor tenha em mente a dificuldade e originalidade da proposta se trataria de algo assim como um “Manual Impossível da Arte de Cometer Atos Falhos”. A reconstrução clara do caminho lógico feito por Lacan desde a teoria dos conjuntos até o uso do grupo de Klein, para definir o ato analítico, conjuga-se à redescoberta da insistência ética da noção de ato. Mas este não é um livro apenas descritivo, possui a ambição de propor uma solução possível para um bom problema legado por Lacan. É um livro que tem o tom de uma nova época dentro dos estudos lacanianos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dimensões do Ato em Psicanálise”, de Ronaldo Torres, publicado pela editora Annablume Editora, em 2015 e com 182 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Annablume Editora
Páginas: 182
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8539101629
ISBN13: 9788539101627
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Annablume Editora revela um compromisso com obras que exploram temas sociais, políticos e culturais a partir de abordagens analíticas e interdisciplinares. O catálogo privilegia textos densos, que discutem questões como cidadania, políticas públicas, relações sociais contemporâneas e história, frequentemente com foco em contextos brasileiros e latino-americanos. A linguagem tende a ser acadêmica, mas acessível, e o ritmo da leitura exige atenção para acompanhar reflexões que dialogam com ciências sociais, filosofia e estudos culturais. Em muitos casos, os livros propõem debates críticos sobre transformações sociais, identidades e processos históricos, com um tom que combina rigor teórico e preocupação com questões atuais.
