
Título: Do romance de primeira pessoa
Autor: José Afonso da Silva
Sinopse: "De mim, conto", diz Riobaldo, sintetizando assim o traço que caracteriza boa parte da produção romanesca ocidental. Contudo, mesmo dentro Do Romance de Primeira Pessoa há subgêneros. Primordial em qualquer obra de ficção, a posição do narrador em relação à história narrada perpassa toda a composição da obra de arte e define seu caráter. Em especial no caso do romance, o tipo de narrativa mais prestigioso e representativo artística e socialmente nos últimos quatro séculos, apesar de sua morte sempre anunciada. José Afonso da Silva realiza um estudo abrangente do romance de primeira pessoa e, em busca de repostas – afinal, o autor é livre para decidir o ponto de vista ou isso é imposto de acordo com o tipo de romance que planejou escrever? –, interpela em sua jornada Cervantes, Defoe, Swift, as irmãs Brontë, Machado, Proust e Rosa, entre outros. Uma obra de fôlego de um leitor apaixonado para leitores apaixonados.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Do romance de primeira pessoa”, de José Afonso da Silva, publicado pela editora Perspectiva, em 2019 e com 480 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Perspectiva
Páginas: 480
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527311623
ISBN13: 9788527311625
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,707
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,70
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
