
Título: Ensaios sobre Píndaro
Autor: Frederico Lourenço
Sinopse: Píndaro foi o maior poeta lírico da Grécia antiga, admirado e imitado de Horácio a Hölderlin. Neste livro inovador, dezassete helenistas portugueses debruçam-se sobre os poemas mais representativos do genial compositor lírico, de modo a tornar acessível ao público em geral o ideário estético e o universo conceptual de um dos mais arrojados e originais poetas de todos os tempos. Inclui textos de: Maria de Fátima Sousa e Silva, Maria do Céu Fialho, Sofia Frade, Maria Mafalda Viana, Carlos A. Martins de Jesus, Carlos Morais, António de Castro Caeiro, José Pedro Serra, Ana Lúcia Curado, Luísa de Nazaré Ferreira, Maria Fernanda Brasete, José Ribeiro Ferreira, Frederico Lourenço, Pedro Braga Falcão, Martinho Soares, Marta Várzeas, Delfim F. Leão.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ensaios sobre Píndaro”, de Frederico Lourenço, publicado pela editora Cotovia, em 2007 e com 282 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cotovia
Páginas: 282
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9727951880
ISBN13: 9789727951888
Sobre a editora
Os livros da editora COTOVIA costumam oferecer uma experiência de leitura que combina reflexão cultural e narrativa literária com um tom que varia do humor sutil à densidade filosófica. O catálogo apresenta obras que exploram desde relatos de viagem com nuances cômicas e observações sociais até análises críticas e ensaios sobre temas como feminismo, poesia antiga e identidade. Há uma presença marcante de textos que dialogam com a história, a política e a condição humana, muitas vezes por meio de personagens ou vozes que questionam o lugar do indivíduo na sociedade. O ritmo pode ser tanto contemplativo quanto provocativo, com passagens que alternam entre o didático e o narrativo, atendendo a leitores interessados em textos que desafiam a compreensão convencional.
