
Título: Imagens do Japão uma Utopia de Viajantes
Autor: Celina Kumiyoshi
Sinopse: Como o Japão, que até a Segunda metade do século passado esteve tão isolado, pôde influenciar tanto nossas artes, nossa literatura, nossa maneira de ver o mundo? Por que marcou tanto pintores como Van Gogh e Claude Monet, sem esquecer Anita Malfatti, escritores como Lafcadio Hearn, Pierre Loti e Wenceslau de Moraes e nossos próprios narradores viajantes? O que fez com que o Japonismo estivesse tão em voga no Ocidente durante décadas? Recorrendo a uma multiplicidade de discursos, da antropologia à história, da literatura às artes plásticas, esta obra apresenta uma imagem inédita e sugestiva de um Japão distante e cercado de lendas que até há pouco povoavam a imaginação do Ocidente.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Imagens do Japão uma Utopia de Viajantes”, de Celina Kumiyoshi, publicado pela editora Estacao Liberdade, em 1998 e com 159 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Estacao Liberdade
Páginas: 159
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8585865954
ISBN13: 9788585865955
Sobre a editora
Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.
