
Título: Le Chevalier de Maison-Rouge (Géant)
Autor: Alexandre Dumas
Sinopse: Le Chevalier de Maison-Rouge (1845) se consacre aux derniers mois de Marie-Antoinette. Dans l'ombre, un homme plein de passion tente de sauver celle qui fut la reine, en s'appuyant sur le dévouement d'une femme pure, Geneviève Dixmer ; un amour impossible se tisse entre cette femme et Maurice Lindey, l'un des républicains héroïques qui ont pour charge de garder la prisonnière. Sur l'abîme creusé par la Révolution, il s'agit, pour Dumas romancier de toute l'Histoire de France, de jeter un pont vers ce temps disparu, la fin de la monarchie, ou des monarques. La Marie-Antoinette qu'il recrée dans ce roman, il la considère ainsi : « Reine, c'est une grande coupable ; femme, c'est une âme digne et grande. » Une grande et double figure, sur fond d'intrigues amoureuses et de réforme totalitaire. Personne n'a su, mieux que Dumas, peindre la passion dans l'Histoire.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Le Chevalier de Maison-Rouge (Géant)”, de Alexandre Dumas, publicado pela editora Marabout, em 1959 e com 444 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Marabout
Páginas: 444
Ano: 1959
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9782870279502
Sobre a editora
Os livros da editora Marabout apresentam uma leitura que combina clareza visual e didática, frequentemente com uso de infografias e fotografias detalhadas para facilitar o aprendizado prático. O catálogo privilegia temas ligados ao cotidiano, como gastronomia, saúde, bem-estar e desenvolvimento pessoal, explorando desde técnicas culinárias até abordagens para a comunicação e a serenidade interior. A linguagem tende a ser acessível, com um tom que equilibra informação e exemplo, o que cria uma experiência que pode ser tanto instrutiva quanto contemplativa. Há obras que privilegiam a objetividade e o formato visual, enquanto outras investem em narrativas reflexivas e meditativas, mostrando certa diversidade no ritmo e no estilo.
