
Título: L'Homme qui Rit
Autor: Victor Hugo
Sinopse: L'Angleterre a connu, cent quarante ans avant la France, une révolution, un parlement régicide, une république et une restauration fertile en règlements de comptes. Victor Hugo a choisi ce dernier épisode pour brosser un tableau épique de l'aristocratie anglaise à travers la destinée extraordinaire de Gwynplaine, l'Homme qui Rit. À la fois roman d'aventures, exposé historique et social, drame injouable et poème visionnaire, ce roman est le plus fou de tous les romans de Hugo. C'est aussi le plus riche de toutes les obsessions de son auteur. On a cru pouvoir, à son propos, citer Freud et le surréalisme. Le bateau pris dans la tempête, la vision du pendu servant de vigie, la cabane-théâtre des saltimbanques, les tirades philosophiques d'Ursus, les machinations du traître Barkilphedro, la chirurgie monstrueuse d'Hardquanonne, le portrait de la princesse perverse, l'or des palais et le scandale à la Chambre des lords sont, plus que des morceaux de bravoure, des morceaux d'anthologie.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “L’Homme qui Rit”, de Victor Hugo, publicado pela editora Gallimard, em 2002 e com 848 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gallimard
Páginas: 848
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2070418715
ISBN13: 9782070418718
Sobre a editora
Os livros da editora Gallimard costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma combinação de profundidade filosófica e atenção às nuances da condição humana. Muitas obras exploram conflitos internos e sociais, com personagens que refletem sobre temas como a guerra, a memória, a identidade e a passagem do tempo, em cenários que vão do íntimo ao histórico. A linguagem varia entre o poético e o ensaístico, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo do foco narrativo. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que desafiam o leitor a pensar sobre a realidade, seja por meio de relatos autobiográficos, ficções históricas ou reflexões filosóficas.
