
Título: MARIA GARGALHADA
Autor: Dulce Seabra
Sinopse: Maria Gargalhada é uma menina muito alegre e popular entre os colegas, mas quando ela está por perto ninguém fica à vontade – ao menor deslize ela aponta e dá risada, o que contagia a todos, que caem na gargalhada. Certo dia, chegando à escola, ela escorregou e caiu sentada; todos viram mas ninguém riu nem apontou. Ela ficou aliviada. Em seguida, durante a aula, uma amiga cometeu um erro e ela, sem pensar, apontou e começou a dar risada, contagiando a sala toda. No mesmo instante ela parou de rir e ficou séria. E durante o recreio, continuou quieta e preferiu ficar isolada. Os amigos até a chamaram para brincar, mas ela estava muito triste. Até que a amiga percebeu, foi falar com ela e disse que não estava mais chateada. Encabulada, Maria Gargalhada se desculpou. Então as duas foram brincar com o restante da turma. A partir daí, como é que fica a Maria Gargalhada?
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “MARIA GARGALHADA”, de Dulce Seabra, publicado pela editora Cortez, em 2024 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Cortez
Páginas: 32
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6555554827
ISBN13: 9786555554823
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,176
- Altura (cm): 28,00
- Largura (cm): 19,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Cortez costumam explorar temas ligados às ciências sociais e humanas, com foco em análises críticas da realidade brasileira e latino-americana. A experiência de leitura frequentemente envolve abordagens acadêmicas e reflexivas sobre questões como Serviço Social, educação, políticas públicas e cultura, com textos que mesclam rigor teórico e linguagem acessível. O catálogo apresenta obras que discutem desde trajetórias históricas e filosóficas até práticas pedagógicas e sociais atuais, criando um contraste entre análises densas e narrativas que valorizam a diversidade cultural e social. Em meio a trabalhos mais densos, há também espaço para textos que dialogam com o público infantojuvenil, trazendo contos e histórias que remetem ao folclore e à infância, o que evidencia uma certa amplitude temática e de público.
