
Título: Marina Lima - Fullgas
Autor: Renato Gonçalves
Sinopse: Lançado em 1984, Fullgás materializa o espírito de seu tempo – um momento de transição democrática e ampliação das liberdades individuais na sociedade brasileira após vinte anos de ditadura militar. O país estava em ebulição, combustão e efervescência, alguns dos sentidos carregados pelo termo que nomeia o álbum e sua canção de abertura: full gas, remetendo a um tanque de combustível completamente abastecido, pronto para uma longa jornada. No livro Marina Lima: Fullgás, (Editora Cobogó – coleção O Livro do Disco), o escritor e pesquisador Renato Gonçalves traz uma escuta atenta do LP que, numa combinação de rock, pop e MPB, vendeu mais de 250 mil cópias. Da leitura do “Manifesto Fullgás”, assinado por Marina e seu irmão, o poeta Antonio Cicero, à análise das faixas das músicas, o autor aborda as representações de gênero, os sentidos políticos e a linguagem pop presentes nas canções.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “Marina Lima – Fullgas”, de Renato Gonçalves, publicado pela editora Cobogó, em 2022 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Cobogó
Páginas: 144
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6556910783
ISBN13: 9786556910789
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Cobogó costumam apresentar uma experiência de leitura que combina rigor documental e sensibilidade artística, frequentemente explorando o universo das artes visuais, da música e do teatro. O catálogo revela obras que transitam entre o relato histórico e o ensaio crítico, com textos que aprofundam processos criativos, bastidores culturais e debates contemporâneos. Há uma atenção especial à construção de narrativas que dialogam com contextos políticos e sociais, como a denúncia da violência, a memória cultural e as questões identitárias, sempre com um tom que pode variar do poético ao didático. Essa diversidade se manifesta em obras que ora privilegiam o formato de entrevistas e depoimentos, ora se dedicam à análise detalhada de álbuns musicais ou à documentação de performances artísticas.
