
Título: Milagrário pessoal
Autor: José Eduardo Agualusa
Sinopse: Iara é uma jovem linguista portuguesa. Com o auxílio de um programa de computador, seu trabalho é recolher as palavras novas que chegam à língua todos os dias e dicionarizar aquelas que de fato configuram neologismos. Uma tarefa nem sempre gratificante: na maior parte das vezes, os neologismos são palavras de pouco interesse, em geral provenientes do inglês. Um dia, porém, Iara faz uma incrível descoberta: alguém, ou alguma coisa, está subvertendo a língua portuguesa, a nível global, de forma insidiosa, porém avassaladora e irremediável. Maravilhada, perplexa e assustada, a jovem procura a ajuda de um professor, um velho anarquista angolano de passado sombrio, e os dois partem em busca de uma coleção de misteriosas palavras que, a acreditar num documento do século XVII, teriam sido roubadas à “língua dos pássaros”. Milagrário pessoal é um romance de amor e, ao mesmo tempo, uma viagem através da história da língua portuguesa, das suas origens à atualidade, percorrendo os diferentes territórios geográficos aos quais a mesma se vem afeiçoando.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Milagrário pessoal”, de José Eduardo Agualusa, publicado pela editora Lingua Geral, em 2016 e com 234 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Lingua Geral
Páginas: 234
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8560160698
ISBN13: 9788560160693
Sobre a editora
Os livros da editora Lingua Geral oferecem uma experiência de leitura marcada por uma combinação entre crítica social e experimentação linguística, frequentemente atravessada por humor e lirismo. As narrativas transitam entre o realismo e o fantástico, com contos que exploram tensões sociais por meio de uma linguagem que valoriza ritmo e sonoridade. O catálogo também inclui obras que dialogam com a história da língua portuguesa e retratos de personagens em contextos culturais diversos, do Brasil à África, com olhares que mesclam o íntimo e o coletivo. Há espaço para textos que abordam desde a poesia da vida cotidiana até romances que exploram identidades e relações afetivas, sempre com um tom que pode ser tanto melancólico quanto irônico.
