
Título: Mohamed, o latoeiro
Autor: Gilberto Abrão
Sinopse: Mohamed Ibrahim Othman é um jovem imigrante sírio que chegou ao Brasil no início do século passado. Em seu vilarejo natal, a vida era regrada pelas tradições familiares e árabes, mas, ao chegar no ocidente, deparou-se com uma realidade muito diferente da relatada por parentes que já viviam aqui. Diante do desafio de conseguir algum tipo de trabalho, Mohamed fez de tudo um pouco até estabelecer-se como latoeiro. Conforme os anos iam passando, a saudade da família na Síria só aumentava o desejo de voltar para o local da infância. Entretanto, atrelado ao dia a dia, foi criando raízes na nova terra e misturando a cultura árabe a brasileira. Por meio da história de Mohamed, o autor Gilberto Abrão compõe um retrato emocionante da imigração árabe no Brasil – suas marcas na cultura brasileira, os amores e dilemas desses imigrantes.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Mohamed, o latoeiro”, de Gilberto Abrão, publicado pela editora Primavera, em 2009 e com 432 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Primavera
Páginas: 432
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8561977116
ISBN13: 9788561977115
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,580
- Altura (cm): 16,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Primavera trazem leituras que transitam entre o relato pessoal e o engajamento social, com uma forte presença de vozes femininas e temas ligados à identidade, direitos e desafios contemporâneos. O catálogo apresenta obras que misturam narrativas de memórias e experiências reais, como histórias de superação e reflexões sobre gênero, com textos práticos que abordam o cotidiano profissional e emocional. O tom varia entre o direto e didático, em livros que orientam sobre networking ético, e o sensível, em relatos que desconstroem preconceitos e celebram a diversidade humana. Essa diversidade se manifesta também no ritmo: há desde relatos leves e bem-humorados até suspenses densos que exploram conflitos familiares e sociais. A Primavera parece privilegiar uma escrita que convida à empatia e à reflexão, com atenção especial às questões de gênero, inclusão e identidade.
