
Título: O beijo da consciência: Pablo Katchadjian
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: Este ensaio dedica-se a traçar a coreografia da consciência diante da coisa, ou ainda, o modo como a consciência opera os seus exercícios de aproximação àquilo com que busca se relacionar. Os caçadores, o olhar estrábico, o humor e o movimento contínuo estão presentes neste texto, assim como uma ilustração que fortalece o seu espírito didático. É um ensaio que trabalha uma rara combinação – porque oferece concretude a movimentos sutis, porque torna mais duradouro o instante em que, diante de algo, um sujeito sente a própria consciência. “São formas de se aproximar: a coisa está lá, mas, por mais que se queira, não podemos abordá-la diretamente, porque entre a pessoa e a coisa está a consciência. Se tivéssemos a graça, como um animal ou como um menino de três anos, poderíamos, mas já não a temos. Não somos como essas belas almas das quais falavam os românticos, não agimos espontaneamente sempre de acordo com nós mesmos. No entanto, aspiramos a isto: a que nossas ações sejam espontâneas e estejam de acordo com nós mesmos.”
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O beijo da consciência: Pablo Katchadjian”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Chão da feira, em 2024 e com 7 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Chão da feira
Páginas: 7
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora CHAO DA FEIRA oferecem uma experiência de leitura marcada pela reflexão filosófica e estética, frequentemente atravessada por imagens em movimento e pensamento. O catálogo privilegia obras que exploram a relação entre linguagem, corpo e sensibilidade, com textos que transitam entre o ensaio, a poesia e a performance, propondo uma leitura atenta ao ritmo e à materialidade da palavra. Há um interesse constante em temas como a transformação política do sensível, a comunicação entre espécies, e a tensão entre o visível e o invisível. O tom dos livros varia entre o contemplativo e o experimental, com narrativas que convidam o leitor a se posicionar entre as imagens e os conceitos, em um espaço aberto à fabulação e ao questionamento.
