
Título: O paradigma interpretativo: uma introdução
Autor: Reiner Keller
Sinopse: Esta obra apresenta as bases da teoria sociológica e as perspectivas de pesquisa do paradigma interpretativo de uma forma original e integradora. O texto trata de abordagens, nas quais as habilidades e necessidades do ser humano para entender o mundo através da interpretação e da ação formam o ponto de partida para a análise. A sociologia é praticada aqui – muito antes dos estudos culturais – como uma "ciência da cultura". A ação humana e as interações sociais ocorrem com referência a "definições da situação", segundo as quais os participantes orientam suas ações. O livro mostra como essas perspectivas teóricas são adequadas não apenas para lidar com questões "pequenas", mas também para interesses de pesquisa mais abrangentes e relacionados à sociedade. A atualidade e a diversidade de perspectivas na sociologia contemporânea são ilustradas por meio de estudos de referência na área.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O paradigma interpretativo: uma introdução”, de Reiner Keller, publicado pela editora Editora da PUCRS, em 2023 e com 564 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora da PUCRS
Páginas: 564
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Editora da PUCRS costumam oferecer uma leitura que combina rigor acadêmico com um olhar atento às transformações sociais e culturais contemporâneas. O catálogo privilegia obras que exploram temas ligados à educação, cultura política, juventude e memória, frequentemente em contextos brasileiros, com recortes que vão do local ao internacional. A experiência de leitura é marcada por narrativas que, mesmo densas, buscam aproximar o leitor de processos humanos e sociais complexos, seja por meio de relatos de campo, investigações qualitativas ou análises críticas. Há uma preocupação evidente em dar voz a sujeitos em desenvolvimento, como jovens estudantes e adolescentes, e em refletir sobre práticas institucionais e culturais em constante mudança. O tom varia entre o investigativo e o reflexivo, com textos que dialogam com áreas como psicanálise, educação e museologia.
