
Título: O que é Civilização?
Autor: Ilan Stavans
Sinopse: Este volume reúne alguns ensaios de Ilan Stavans, um dos mais brilhantes intelectuais da atualidade. Os textos abordam questões que ficaram escancaradas por causa da globalização: cultura, beleza, educação, identidade cultural são privilégio de povos ¿educados¿ ou de povos primitivos? Por que alguns países são considerados rudes e atrasados? Por que outros países são ditos de primeiro mundo? Como uma mesma notícia é recebida simultaneamente por norte-americanos, afegãos, mexicanos e aborígines? As traduções, e o uso de palavras estrangeiras ajudam a entender a cultura e a educação de outras culturas ou algo fica irremediavelmente perdido na tradução? Quem já não se sentiu estrangeiro em seu próprio país? Sem dar respostas definitivas, O que é civilização? vai fazer o leitor refletir sobre o momento atual e compreender melhor o mundo e as pessoas.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “O que é Civilização?”, de Ilan Stavans, publicado pela editora Studio Nobel, em 2004 e com 272 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Studio Nobel
Páginas: 272
Ano: 2004
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575530410
ISBN13: 9788575530412
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,440
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Studio Nobel transporta o leitor para universos que transitam entre a fantasia poética e a reflexão crítica sobre a cidade e a cultura. Em suas obras, é comum encontrar narrativas que exploram a imaginação infantil, como histórias de viagens mágicas e personagens que se relacionam com elementos naturais e urbanos, ao mesmo tempo em que há textos que investigam a complexidade das metrópoles sob um olhar antropológico e sociológico. O catálogo revela uma diversidade que vai do encantamento lúdico, com histórias para crianças, até ensaios densos sobre modernidade, identidade cultural e arte indígena, com linguagem que pode variar do sensível ao rigoroso. Essa alternância entre o narrativo e o informativo cria um ritmo que desafia o leitor a passear entre o sonho e a análise, sempre com atenção à dimensão simbólica e social.
