
Título: O século primeiro depois de Beatriz
Autor: Amin Maalouf
Sinopse: Existem nos mercados do Oriente «favas» misteriosas a que antigas superstições dão o poder de favorecer o nascimento de crianças do sexo masculino. Quando o narrador deste romance, um sábio francês especialista em escaravelhos, consegue encontrar algumas durante uma viagem ao Egipto, não tem dúvidas de que o mundo acaba de entrar numa época crítica da sua história. Com efeito, um pouco por toda a parte, os nascimentos femininos vão-se tornando raros, sem razão aparente. Seriam as «favas» a origem dessa desgraça? Através de uma série de tentativas de investigação que os conduz até ao equador, o sábio e a sua expedição procuram uma explicação. Feroz e terno, alegre e sério, este romance de Amin Maalouf presta-se a mais de uma leitura. Romance do amor «maternal» de um pai para com a sua filha, romance de um homem dedicado à «feminilidade do mundo», romance de um mal incompreensível que destrói as mulheres e atormenta os homens, romance da divisão do nosso planeta entre um Sul em decadência e um Norte que se exaspera, romance do assustador encontro entre as perversões do arcaísmo e as da modernidade... Mas talvez seja antes de mais o romance do desconcertante fim de século passado.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O século primeiro depois de Beatriz”, de Amin Maalouf, publicado pela editora Difel, em 2008 e com 214 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Difel
Páginas: 214
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722909193
ISBN13: 9789722909198
Sobre a editora
Os livros da editora Difel oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas históricas, filosóficas e literárias. O catálogo sugere obras que transitam entre o romance histórico detalhado, como retratos vívidos de personagens e períodos, e textos de reflexão filosófica que abordam questões existenciais e sociais com linguagem acessível e rigor. Há também espaço para narrativas que exploram conflitos humanos profundos, sejam eles familiares, políticos ou espirituais, sempre com uma atenção cuidadosa ao desenvolvimento dos personagens e ao contexto cultural. O tom varia do contemplativo ao tenso, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto dinâmico, dependendo do enfoque da obra. Essa variedade permite que leitores encontrem tanto leituras mais densas e analíticas quanto histórias envolventes e emotivas.
