
Título: O tamanho das coisas
Autor: Olavo Ataíde
Sinopse: Você é testemunha dos fatos sobre tudo o que vive. Acontece que o que se cria sobre essas histórias é só seu. É possível — e provável — que “fato” não seja nem a melhor forma de chamar o que flutua em torno da memória. Vivemos como se a memória fosse um registro. Ela representa o que aconteceu e, assim, molda e monta tudo o que somos. Mas as lembranças, como tudo na vida, mudam, evoluem e se transformam, alterando a realidade. Em o tamanho das coisas, estreia de Olavo Ataíde, visitamos a flexibilidade do tempo sob a perspectiva dos momentos que nos tornam quem somos. A história explora a natureza fluida do que é emocional e racional, sendo cada lembrança uma peça questionável e decisiva. Algo mudaria na sua vida se a cena mais importante de que você se lembra não tivesse acontecido exatamente como você se lembra? O livro conta a história de Inácio e acompanha o que a troca entre a memória e o tempo é capaz de produzir. Um jogo que nas relações familiares, por exemplo, se mantém em constante rearranjo. Você é testemunha dos fatos enquanto eles acontecem. Agora, no presente, no momento exato em que eles se tornam passado. Essa perspectiva é, no fundo, a única coisa que nos dá a chance de transformar o futuro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O tamanho das coisas”, de Olavo Ataíde, publicado pela editora Urutau, em 2024 e com 124 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Urutau
Páginas: 124
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6559006336
ISBN13: 9786559006335
Sobre a editora
A experiência de leitura dos livros da editora Urutau revela um mergulho em textos densos, que transitam entre a poesia e a prosa, com forte presença de temas como a condição humana, relações afetivas complexas e a busca por sentidos em ambientes cotidianos ou simbólicos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tensões internas, seja na intimidade da vida familiar, na investigação de mistérios urbanos ou na reflexão sobre identidades e memórias. A linguagem costuma ser elaborada, ora poética e simbólica, ora marcada por uma crueza direta, convidando o leitor a uma leitura atenta e contemplativa. Há obras que dialogam com o corpo, o desejo e a palavra, enquanto outras se apoiam em personagens femininas que desafiam estereótipos e enfrentam conflitos profundos.
