
Título: Os Fundamentos da Arteterapia
Autor: Paín Sara
Sinopse: Na arteterapia, a arte é concebida como uma metáfora, ou melhor, como um simulacro de arte, por sua dupla condição: por um lado, o paciente não se compromete com um aprendizado sistemático das regras do ofício, nem com a criação de idéias plásticas cuja coerência estética seja completa e socialmente reconhecida; por outro lado, a arteterapia pede da arte um serviço. Esse serviço terapêutico constitui a própria definição de arte, mas projeta sobre ela a tensão contraditória inerente à possibilidade de cura. A atividade artística transforma-se assim em representação dramática da intenção criativa do sujeito. É nessa duplicidade que encontramos a eficácia terapêutica dessa modalidade clínica.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “Os Fundamentos da Arteterapia”, de Paín Sara, publicado pela editora Editora Vozes, em 2009 e com 240 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Editora Vozes
Páginas: 240
Ano: 2009
Edição: Medicina e Saœde
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8532638201
ISBN13: 9788532638205
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,260
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,70
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Vozes oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e acessibilidade, com foco em temas religiosos, filosóficos e sociais. A maior parte das obras dialoga com a tradição cristã, especialmente o catolicismo, abordando desde fundamentos teológicos e hermenêuticos até reflexões sobre espiritualidade e práticas pastorais. Além disso, o catálogo inclui textos que exploram a antropologia cultural, sociologia da religião e educação, com uma linguagem que varia entre o didático e o ensaístico, sempre com atenção ao contexto histórico e cultural. Há obras que propõem exercícios práticos, como vivências para o desenvolvimento pessoal, e outras que se dedicam à análise crítica e interdisciplinar, indicando um equilíbrio entre abordagens mais narrativas e outras mais informativas.
