
Título: Os Irmãos Karamázov
Autor: Fiódor Dostoievski
Sinopse: "'Os Irmãos Karamázov' é o romance mais magistral que alguma vez se escreveu, e nunca seremos capazes de apreciar devidamente o episódio do Grande Inquisidor, que é uma das maiores realizações da literatura mundial." (Do posfácio de Sigmund Freud) "Leio fascinado 'Os Irmãos Karamázov'. Trata-se do mais magnífico livro em que já pus as mãos. (…)" (Albert Einstein, em carta a Paul Ehrenfest) "Ao ler 'Crime e Castigo, 'O Idiota', 'Os Demónios' e, sobretudo, 'Os Irmãos Karamázov', não podemos separar a interpretação filosófica da forma literária. O teólogo e o estudioso da narrativa, o crítico e o historiador de filosofia, marcam encontro no mesmo local." (George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski) "'Os Irmãos Karamázov' é o maior livro entre todos os que Dostoievski escreveu e é nele que devemos procurar o seu génio." (Harold Bloom, Génios)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Irmãos Karamázov”, de Fiódor Dostoievski, publicado pela editora Relógio D'Água, em 2012 e com 800 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Relógio D'Água
Páginas: 800
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789896412883
Sobre a editora
Os livros da editora Relógio D'Água apresentam uma leitura que mescla densidade intelectual e narrativa envolvente, transitando entre a poesia, a filosofia e a ficção literária com forte carga reflexiva. As obras frequentemente exploram tensões entre pensamento e ação, passado e presente, individual e coletivo, criando atmosferas que oscilam entre o íntimo e o universal. O ritmo das narrativas varia, podendo ser contemplativo e psicológico em alguns casos, ou marcado por conflitos morais e políticos em outros, sempre com uma linguagem que privilegia a precisão e a profundidade. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como a condição humana, o poder, a memória e as contradições sociais, com textos que dialogam tanto com a tradição clássica quanto com questões contemporâneas.
