
Título: Os Mais Belos Contos Policiais
Autor: Herman Melville
Sinopse: Antologia de contos policiais da Editora Vecchi. [Lista completa de autores e contos da 4ª edição (1959 — 203p.), seleção de GARBLASS]: Nathaniel Hawthorne (O homem que morreu três vezes) / Robert Louis Stevenson (A porta e o pinheiro) / Arthur Conan Doyle (A ravina do açude do Homem Azul: história colonial verdadeira) / Maurice Leblanc (No alto da torre) / Sidonie-Gabrielle Colette (O assassino) / Guillaume Apollinaire (O marinheiro de Amsterdam) / John Fergusson (A linha branca) / Edgar Wallace (Leitores do pensamento) / E. Phillips Oppenheim (A grande batida do Oeste) / Agatha Christie (Cante uma canção de seis "pence") / Sax Rohmer (O rabicho de Hi Wing Ho) / Herbert Shaw (O forte irmão John) / Sinclair Gluck (Miragem) / Leonard R. Gribble (O jogo de paciência) / Alan Melville (A cesta de papéis velhos) / Octavus Roy Cohen (Assembléia de acionistas) / Alim Monjardin (A desaparição de um milionário) / Karl W. Detzer (A música de Roberto, o Diabo) / Joseph Collomb (Um caso sem pista).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Mais Belos Contos Policiais”, de Herman Melville, publicado pela editora Vecchi, em 1952 e com 306 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vecchi
Páginas: 306
Ano: 1952
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora VECCHI costumam apresentar narrativas que transitam entre o suspense sobrenatural e o faroeste clássico, criando atmosferas tensas e cheias de ação. Muitas histórias se desenrolam em cenários históricos, como o Velho Oeste americano e regiões indígenas, onde conflitos entre personagens e forças ocultas ganham destaque. O catálogo traz desde aventuras protagonizadas por heróis implacáveis até tramas que exploram pactos sombrios, cultos e ameaças místicas, com um tom que varia do dramático ao sombrio. O ritmo dessas obras tende a ser dinâmico, com confrontos frequentes e momentos de tensão que mantêm o leitor atento. Além disso, a presença de quadrinhos e HQs de terror indica uma preferência por formatos visuais que combinam narrativa e arte para intensificar o clima das histórias.
