
Título: Os três estabelecimentos humanos
Autor: Le Corbusier
Sinopse: O avanço acelerado da civilização industrial tem tornado, nas grandes cidades, a vida humana cada vez mais insuportável. A industrialização asfixia a natureza. Dentre as vozes que se levantaram, apontando os monstros que o desordenado crescimento engendrava, avultou a Le Corbusier. Sob sua presidência surgiu em 1942 a ASCORAL (Assembleia de Construtores para uma Renovação Arquitetônica), com a participação de N. Bezard, J. Commelin, Condouin, J. Dayre, H. Dubreuil e outros. Os Três Estabelecimentos Humanos, publicado em Paris em 1943, engloba as conclusões a que chegaram os membros da ASCORAL. A unidade de exploração agrícola, o centro linear industrial e a cidade radiocêntrica de trocas, eis aí os três estabelecimentos, segundo as leis de uma biologia urbanística. É dentro desse contexto que os componentes da ASCORAL, com um critério ao mesmo tempo arrojado e científico, postulam soluções singulares e inéditas para o complexo problema de viver na civilização mecanicista de nossos dias.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os três estabelecimentos humanos”, de Le Corbusier, publicado pela editora Perspectiva, em 1979 e com 267 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 267
Ano: 1979
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
