
Título: Pequenas Seduções
Autor: Affonso Romano de Sant'Anna
Sinopse: Em crônicas ora eróticas, ora embaladas pela realidade, o autor explora desde trivialidades do cotidiano até o que há de mais sublime nas amizades e nas paixões, como a descrição de uma mulher, gesto a gesto, após o ato de amar. Sobre o autor: SANT ANNA, AFFONSO ROMANO DE O poeta, ensaísta, cronista e professor Affonso Romano de Sant’Anna nasceu em Belo Horizonte, em 27 de março de 1937. Sua estréia na poesia se deu com Canto a palavra, publicado em 1971. É casado com a também escritora Marina Colassanti. Principais obras: Que país é este? (poesia, 1980), A mulher madura (crônicas, 1986), O lado esquerdo do meu peito (poesia, 1991) e Textamentos (poesia, 1999), todas publicadas pela Editora Rocco, que tem em seu catálogo também: O canibalismo amoroso, De que ri Mona Lisa, Fizemos bem em resistir, O homem que conheceu o amor, Mistérios gozosos, A poesia é possível, Política e paixão, A raiz quadrada do absurdo, A vida por viver e A grande fala do índio Guarani e a catedral de colônia.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pequenas Seduções”, de Affonso Romano de Sant'Anna, publicado pela editora Sulina, em 2002 e com 152 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Sulina
Páginas: 152
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8520503047
ISBN13: 9788520503041
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
