
Título: Politica Selvagem
Autor: Tible Jean
Sinopse: Um belíssimo "arrastão" da rebelião. Na contramão da sisudez acadêmica e da torre de marfim teórica, com leveza e graça incomuns Jean faz o leitor passear pelos meandros mais concretos e palpáveis dos movimentos de todo tipo, feministas, negros, lgbt, indígenas, quilombolas, zadistas, bruxistas, funguistas, tudo salpicado de Zé Celso, Baldwin, subcomandante Marcos, Miariátegui. A variedade, a alternância de cores e tonalidades, a pegada afetiva, o júbilo que atravessa tudo é por si só uma ave rara que nos faz alçar vôo junto. E a coragem de um devir-índio da revolta, sempre ali presente, descaretando o discurso e a tristeza politiqueira. Particularmente felizes são as descrições sobre o movimento negro nos EUA, o movimento operaista na Itália, os feminismos, a mobilização indígena entre nós e nossos vizinhos, os antecedentes do junho de 2013 e sua próprias análise sobre a insuficiência. Para não falar dos detalhes tão bem humorados, por exemplo sobre a ética dos piratas!
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Politica Selvagem”, de Tible Jean, publicado pela editora N-1 edições, em 2022 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: N-1 edições
Páginas: 320
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6581097403
ISBN13: 9786581097400
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,390
- Altura (cm): 14,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.
