
Título: Políticas da Cognição
Autor: Passos Eduardo
Sinopse: Interfaces, Processos, Cognição e Subjetividade e Intervenções. A nomeação das quatro seções que compõem o livro Políticas da Cognição, de Virgínia Kastrup, Silvia Tedesco e Eduardo Passos indica aquilo que no livro é princípio: o entrelugar ocupado pelos autores para pensar a cognição. Escolha ético-política, o livro ganha em seu título todo o risco da originalidade – Políticas da Cognição. O alargamento radical proposto pelos autores leva o conceito de cognição ao limite, lá onde ele encontra o plano de vetores extracognitivos. Fecundada por esse plano multivetorializado, a cognição aparece como um processo de produção – de sujeitos e objetos. Para explicar a cognição, Virginia, Silvia e Eduardo escolhem algumas das (inter)faces que constituem esse complexo processo de produção de subjetividades. Aqui, conhecer, mais do que (re)conhecer, é inventar. E... inventa-se intervindo, estando entre.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Políticas da Cognição”, de Passos Eduardo, publicado pela editora Sulina, em 2015 e com 295 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Sulina
Páginas: 295
Ano: 2015
Edição: Psicologia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520504973
ISBN13: 9788520504970
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
