
Título: Semiótica Russa
Autor: Boris Schnaiderman
Sinopse: No presente volume encontram-se reunidos, em tradução direta do russo, uma coletânea das mais representativas dos estudos semióticos que vêm se desenvolvendo na União Soviética. Organizado por Boris Schnaiderman, professor de língua e literatura russas da USP, e que assina o amplo trabalho de introdução, Semiótica Russa mostra que, retomando uma rica tradição anterior que produziu a escola dos formalistas russos e os trabalhos de Roman Jakobson no domínio da teoria dos signos, os semioticistas soviéticos desenvolveram uma intensa e fértil atividade. Seus trabalhos, como os de seus predecessores, abrangem os mais variados setores da produção sígnica, como seja, além das pesquisas lingüísticas, e estruturais de caráter geral, aplicações no teatro, cinema, prosa de ficção, poesia, pintura, escultura, arquitetura e até antropologia, história, folclore etc. O sopro renovador que veio da Rússia no início do século parece continuar nesses estudos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Semiótica Russa”, de Boris Schnaiderman, publicado pela editora Perspectiva, em 1979 e com 307 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 307
Ano: 1979
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
