
Título: TEORIA KING KONG
Autor: Despentes Virginie
Sinopse: Este livro é um grito - de dor, de guerra, de liberdade. Em nome de todas as mulheres que não se enquadram, mas também de todos os seres que fogem de estereótipos, Virginie Despentes expõe sua intimidade: de punk a prostituta, de vítima de estupro a cineasta. Sua trajetória serve de disparo para estilhaçar a ditadura da imagem e os preconceitos a ela vinculados. Não à toa, o livro foi um fenômeno na França; ele é, afinal, um manifesto poderoso, ácido e provocante para um novo feminismo. Para Paul B. Preciado, em seu Testojunkie, “V.D. é um ser absolutamente perfeito […]. Convém destacar que existem muitos tipos diferentes de perfeição na pornografia e no feminismo, e que V.D. possui todos esses tipos reunidos e que cada um deles lhe pertence em seu grau máximo”.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “TEORIA KING KONG”, de Despentes Virginie, publicado pela editora N-1 edições, em 2023 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: N-1 edições
Páginas: 128
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6581097969
ISBN13: 9786581097967
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,250
- Altura (cm): 20,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.
