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Todo mundo devia escrever

Título: Todo mundo devia escrever

Autor: Georges Picard

Sinopse: Escrever: Exercício do Pensamento Georges Picard enfatiza que todos os seres humanos deveriam escrever, não para publicação, mas para si mesmos, a fim de disciplinar o pensamento. É uma sugestão estimuladora, porque a maioria das pessoas que não lê não dá muita atenção à escrita. Para Picard, o ato de escrever é o "desejo de se descobrir tanto a si mesmo como aos outros". Ele defende a ideia de uma literatura livre, contrária ao canto de sereia do marketing e da publicidade, que procura reduzir tudo ao vendável. Um bom método, para ler corretamente, é escrever o que se vê diariamente. São poucos os que percebem que escrever é uma espécie de trabalho. Observe o texto bíblico em que Adão, depois de ter pecado, recebe de Deus a seguinte advertência: "Por teres escutado a voz de tua mulher e comido da árvore da qual eu te havia prescrito não comer, o solo será maldito por sua causa. É com fadiga que te alimentarás dele todos os dias de tua vida. E com fadiga escreverás teus ensaios todas as noites de tua vida". (Gênesis, 3, 17) Escrever faz-nos pensar sobre um determinado assunto. Colocando-o no papel, memorizamos melhor o acontecimento. A diversidade, as ideias contraditórias e a contestação são verdadeiras armas para aqueles que fundamentam os seus argumentos na esgrima da palavra. A oposição de ideias, tal qual Hegel defendia, é um verdadeiro manancial de conhecimento e aprendizagem porque a seqüência de tese, antítese, síntese, tese, antítese, síntese... propicia-nos um conhecimento mais amplo e mais aprofundado de qualquer tema. Lembremo-nos de que a beleza da escrita está na tensão entre o que está escrito e o que está por ser escrito. http://sbgadministra.blogspot.com/2009/07/escrever-exercicio-do-pensamento.html

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Todo mundo devia escrever”, de Georges Picard, publicado pela editora Parábola, em 2008 e com 156 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Parábola

Páginas: 156

Ano: 2008

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8588456729

ISBN13: 9788588456723

    Sobre a editora

    Os livros da editora PARABOLA convidam a uma imersão cuidadosa na linguagem, na educação e na cultura, propondo reflexões que vão do ensino da língua materna às práticas discursivas na sociedade. O catálogo privilegia obras que dialogam com professores, pesquisadores e leitores interessados em compreender as complexidades do ensino, da variação linguística e da comunicação, muitas vezes com uma abordagem crítica e fundamentada. Há uma preocupação clara com a efetividade pedagógica, evidenciada por títulos que discutem desde a alfabetização e o letramento até a oralidade e a escrita, sempre com foco na prática e no contexto brasileiro. O tom varia entre o didático e o ensaístico, com textos que mesclam rigor acadêmico e acessibilidade, e há também espaço para a poesia e a crônica literária, que exploram a linguagem de modo mais sensível e artístico.

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