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Toulouse-Lautrec. Em Vermelho

Título: Toulouse-Lautrec. Em Vermelho

Autor: Adriano Pedrosa

Sinopse: No dia da abertura da exposição, o MASP lança o catálogo bilíngue, com reproduções de todas as obras da exposição e ensaios inéditos de especialistas nacionais e internacionais, entre eles Richard Thomson, considerado o principal pesquisador da vida e obra de Toulouse-Lautrec, desde o fim da década de 1970. Os textos cobrem diversas áreas de pesquisa, tais como história da arte, sociologia e estudos de gênero. Constituem o catálogo os seguintes textos: “Toulouse-Lautrec em vermelho”, de Adriano Pedrosa; “Toulouse-Lautrec no MASP: o escandaloso traço da liberdade”, de Luciano Migliaccio; “Subculturas sexuais de Toulouse-Lautrec: intimidade e alienação dentro e fora do bordel”, de Ruth E. Iskin; “A Paris lésbica de Toulouse-Lautrec”, de Leslie Choquette; “Toulouse-Lautrec: notas sobre as narrativas do vício”, de Richard Thomson; “Pais da arte moderna: mães da invenção – As pernas erguidas para Toulouse-Lautrec”, de Griselda Pollock; “Histórias de Toulouse-Lautrec na coleção do MASP”, de Eugênia Gorini Esmeraldo; “Nota biográfica”, por Mariana Leme; e “Manuscritos de Toulouse-Lautrec”, de Pedro Corrêa do Lago.

Contexto da obra

Na Fotografia, obras como esta costumam interessar tanto pela imagem quanto pelo olhar que organizam sobre ela. “Toulouse-Lautrec. Em Vermelho”, de Adriano Pedrosa, publicado pela editora MASP, em 2017 e com 424 páginas, integra a categoria Livros de Fotografia. Por isso, o interesse do livro pode crescer quando o leitor observa também a forma como as imagens organizam sentido.

Editora: MASP

Páginas: 424

Ano: 2017

Edição:

Linguagem: INGLES

ISBN: 8531000262

ISBN13: 9788531000263

  • Encadernação: CAPA DURA
  • Peso (kg): 1,968
  • Altura (cm): 28,50
  • Largura (cm): 21,50
  • Espessura (cm): 3,70

Sobre o autor

A leitura dos livros de Adriano Pedrosa conduz a um mergulho cuidadoso em narrativas visuais e culturais que exploram temas complexos como ancestralidade, identidade e história social. O ritmo das obras é marcado pela densidade documental e pela riqueza de imagens, que se alternam entre o rigor curatorial e a sensibilidade para as múltiplas vozes que compõem os temas abordados. Há uma tensão constante entre o olhar histórico e o contemporâneo, que convida o leitor a refletir sobre as camadas invisíveis das narrativas oficiais. A experiência é tanto intelectual quanto visual, exigindo atenção para detalhes iconográficos e para os textos que contextualizam as obras. Os livros de Adriano Pedrosa revelam uma escrita que é ao mesmo tempo precisa e aberta, permitindo que o leitor construa suas próprias conexões a partir das informações apresentadas.

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Sobre a editora

Os livros da editora MASP costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor documental com um olhar atento às artes visuais e suas conexões culturais e históricas. Muitas obras acompanham exposições realizadas no Museu de Arte de São Paulo, trazendo reproduções detalhadas de obras, textos curatoriais e ensaios que contextualizam artistas e movimentos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tanto trajetórias individuais, como as de artistas brasileiros e indígenas, quanto temáticas amplas, como ativismo, história social e práticas artísticas contemporâneas. O tom varia entre o analítico e o poético, com atenção a questões de identidade, memória e representatividade, frequentemente em diálogo com o presente.

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