
Título: Transcender e Transformar: uma Introdu‹o ao Trabalho de Conflitos
Autor: Johan Galtung
Sinopse: Este manual prático nos oferece um método para transcender e transformar conflitos - desde os pessoais e domésticos, até as dissenções internacionais por motivos econômicos e religiosos, passando por confrontos que se originam em questões de etnia, classe e gênero. ''''Transcender e transformar'''' revela a interligação entre o conflito, a cultura profunda e os estratos sociais mostrando que uma grande variedade de soluções está disponível para nós - se estivermos dispostos a explorá-las com empatia, criatividade e não-violência. Desse modo, torna-se um instrumento valioso para todos os que lidam diariamente com conflitos - professores, assistentes sociais, pais, casais, mediadores e também para os que estudam a paz.
Contexto da obra
No campo jurídico, livros como este costumam ocupar um lugar importante entre estudo, consulta e formação. “Transcender e Transformar: uma Introdu‹o ao Trabalho de Conflitos”, de Johan Galtung, publicado pela editora Palas Athena, em 2006 e com 248 páginas, integra a categoria Livros de Direito. Isso costuma ajudar a entender o lugar da obra entre livros de apoio, formação e referência jurídica.
Editora: Palas Athena
Páginas: 248
Ano: 2006
Edição: Autoajuda
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8572420606
ISBN13: 9788572420600
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,455
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Palas Athena oferecem uma experiência de leitura que mescla rigor científico e reflexão profunda sobre a condição humana, ética e espiritualidade. O catálogo privilegia obras que exploram temas como comunicação não violenta, justiça restaurativa e mitologia, sempre com um olhar interdisciplinar que conecta filosofia, psicologia e sociologia. A linguagem tende a ser acessível, mas densa, convidando o leitor a um envolvimento cuidadoso com questões complexas, muitas vezes relacionadas a conflitos, trauma e transformação social. Há uma presença marcante de narrativas que propõem práticas de convivência pacífica e de autoconhecimento, com um tom que varia do didático ao contemplativo.
