
Título: Últimos poemas de amor
Autor: Paul Éluard
Sinopse: "É um livro incandescente estes Últimos poemas de amor, ardente de amor, consumido de desejo, perseguindo a chama para além da morte nas cinzas vivas. Poesia sempre pronta aos beijos que ressuscitam, o canto de Éluard levanta-se obstinadamente sobre a ruína do mundo – solidão, desespero, pobreza – seu conjunto de imagens carnais, cintilantes. Éluard afirmava: “Os poemas sempre têm grandes margens brancas, grandes margens de silêncio, onde a memória ardente se consome para recriar um delírio sem passado”. É por isso que esta poesia tem uma vocação inaugural, nesse sentido, Éluard prolonga a ambição de Rimbaud de uma poesia que estaria “à frente”, como uma promessa de vida futura. Prefácio de Jean-Pierre Siméon e posfácio de Daniel Bergez."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Últimos poemas de amor”, de Paul Éluard, publicado pela editora Relógio D'Água, em 2002 e com 295 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Relógio D'Água
Páginas: 295
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9727086756
ISBN13: 9789727086757
Sobre a editora
Os livros da editora Relógio D'Água apresentam uma leitura que mescla densidade intelectual e narrativa envolvente, transitando entre a poesia, a filosofia e a ficção literária com forte carga reflexiva. As obras frequentemente exploram tensões entre pensamento e ação, passado e presente, individual e coletivo, criando atmosferas que oscilam entre o íntimo e o universal. O ritmo das narrativas varia, podendo ser contemplativo e psicológico em alguns casos, ou marcado por conflitos morais e políticos em outros, sempre com uma linguagem que privilegia a precisão e a profundidade. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como a condição humana, o poder, a memória e as contradições sociais, com textos que dialogam tanto com a tradição clássica quanto com questões contemporâneas.
