
Título: Vizinhança Perigosa
Autor: Zahyra de Albuquerque Petry
Sinopse: O garoto Cláudio está passando uns dias com as tias, tem um quarto no sótão com vista privilegiada para as redondezas, tudo é novo e provocador. Cláudio não tem medo, olha, pergunta-se, aceita a desafio de descobrir os pequenos mistérios de que sua vida como a vida de todos nós é feita. O que não esperava é que um desafio maior está se fazendo na casa ao lado. Vizinhança perigosa é mais uma ágil novela de mistério da já consagrada Zahyra de Albuquerque Petry autora de uma série de livros policiais infanto-juvenis que desde a década de 70, portanto há quase 30 anos, vem alimentando o imaginário adolescente das mais recentes gerações. Este livro encerra um denso enigma que só vai ser desvendado nas últimas páginas, quebra cabeças que reúne um paralítico, dois sobrinhos, uma empregada e um quarto estranhamento escuro. Quando a luz se faz... De seu posto de observação, Cláudio assiste a tudo, ou melhor, a quase tudo: carregamento de um cadáver e seu enterro no quintal. O principal, porém, ainda permanece oculto. Quem sabe, com a ajuda da polícia...''
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Vizinhança Perigosa”, de Zahyra de Albuquerque Petry, publicado pela editora Sulina, em 1992 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Sulina
Páginas: 72
Ano: 1992
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8520501850
ISBN13: 9788520501856
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
