
Título: A Menina Inezita Barroso
Autor: Assis Angelo
Sinopse: (...) Enquanto primos e primas brincavam com boizinhos e cavalos de verdade, Zitinha, com seus sete anos de idade, corria feito uma doida para ouvir os peões cantarem um monte de modas ao som de violas. Às vezes, ela chorava de emoção. E em vão ela pedia, rogava mesmo, que lhe ensinassem a tocar qualquer coisa, qualquer música, mas eles diziam de maneira imperativa que não podiam fazer isso. O motivo? Tocar viola, eles diziam, não era brincadeira; tampouco de menina. E nem de mulher. Mesmo assim, Zitinha não arredava pé e ficava ouvindo durante horas e horas as cantigas que eles cantavam e tocavam. Ouvi-los tocar, podia... . Trecho do livro infanto-juvenil “A Menina Inezita Barroso”, que trata da vida e trajetória da paulistana Inezita Barroso, cantora, folclorista e apresentadora do programa Viola Minha Viola, há 30 anos no ar pela TV Cultura de São Paulo. . Mais informações: www.osmelhoreslivrosaqui.com /// www.aquivoceenoticia.com - ícone Cortez Editora
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Menina Inezita Barroso”, de Assis Angelo, publicado pela editora Cortez Editora, em 2011 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cortez Editora
Páginas: 72
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Cortez Editora oferecem um mergulho denso e reflexivo no campo da educação, das ciências sociais e das políticas públicas. A leitura costuma ser marcada por um tom analítico e crítico, com foco em temas como filosofia da educação, políticas educacionais, sociologia da infância e história da educação. A maior parte das obras privilegia abordagens teórico-metodológicas rigorosas, mas com linguagem que pode variar entre o didático e o quase coloquial, especialmente quando voltadas a professores e profissionais da educação. O catálogo indica uma preocupação constante com a interdisciplinaridade, destacando diálogos entre educação, psicologia, sociologia e filosofia, e também com o contexto histórico e político brasileiro. Há obras que exploram desde análises de políticas públicas até relatos de experiências práticas em escolas, revelando um equilíbrio entre reflexão crítica e aplicação concreta.
