
Título: A Nouvelle Vague e Godard
Autor: Michel Marie
Sinopse: Dividido em duas partes, inicialmente esse livro pretende oferecer ao leitor uma apresentação histórica do movimento do cinema chamado Nouvelle Vague, tomado como uma escola artística em sentido pleno. A princípio um slogan jornalístico, a Nouvelle Vague tornou-se um conceito crítico e um modo de produção e difusão dos filmes. Compreende ainda um modo de dirigir filmes que corresponde a escolhas estéticas, tendo criado um universo temático e projetado jovens atores na década de 1960. Na segunda parte da obra, o autor elege Acossado, o primeiro longa-metragem de Jean-Luc Godard, como manifesto estético do movimento. A produção é analisada em todos os seus aspectos, desde sua gênese e as peripécias das filmagens, até sua montagem e a recepção crítica em março de 1960. Ao final, Michel Marie discute todas as inovações técnicas que transformaram o filme em marco do cinema moderno.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Nouvelle Vague e Godard”, de Michel Marie, publicado pela editora Papirus, em 2012 e com 272 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Papirus
Páginas: 272
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora PAPIRUS oferecem uma experiência de leitura marcada por reflexões profundas sobre educação, sociedade e cultura, com foco em temas como desenvolvimento infantil, práticas pedagógicas e questões sociais contemporâneas. O catálogo privilegia obras que combinam rigor teórico com exemplos práticos, muitas vezes explorando a interação social e o cotidiano como elementos centrais para a construção do conhecimento. Há uma presença constante de textos que abordam a educação em suas múltiplas dimensões, desde a formação de professores até a análise crítica das políticas educacionais e dos processos familiares. O tom das obras varia entre o didático e o ensaístico, com ritmo que pode ser tanto mais analítico quanto narrativo, conforme o tema. A diversidade do catálogo sugere um equilíbrio entre abordagens acadêmicas e textos acessíveis, voltados para leitores interessados em compreender os desafios e as transformações da educação e da sociedade.
