
Título: A Religião das Máquinas
Autor: Erick Felinto
Sinopse: Computadores, tecnologias digitais, redes de informação e a Internet vêm se tornando, rapidamente, realidades corriqueiras de nossa vida cotidiana. Já se afirma que vivemos hoje em uma "cibercultura", em boa parte constituída e determinada por esses novos aparatos de comunicação e informação. Em A Religião das Máquinas, Erick Felinto investiga as peculiares mitologias e o "folclore" que cercam o universo das velozes e ubíquas tecnologias digitais. Na análise de filmes como Matrix e de estudos críticos sobre a cibercultura, Felinto identifica uma convergência entre saber teórico e imaginário ficcional. Nunca antes o domínio das tecnologias e da ciência esteve tão penetrado pela retórica dos mitos e pela lógica das alegorias e metáforas. Em seus ensaios, este livro apresenta uma primeira exploração sistemática do que poderíamos chamar de "imaginário tecnológico" contemporâneo, com sua obsessão pelas figuras dos ciborgues, andróides, pós-humanos e anjos virtuais do ciberespaço. São textos breves, mas densos, nos quais se revela esse obscuro e surpreendente mundo das mitologias ciberculturais.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Religião das Máquinas”, de Erick Felinto, publicado pela editora Sulina, em 2005 e com 142 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Sulina
Páginas: 142
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8520503985
ISBN13: 9788520503980
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
