
Título: A Ronda: Dez diálogos
Autor: Arthur Schnitzler
Sinopse: Em dez breves diálogos, "A Ronda" apresenta-nos, com perspicaz desenvoltura, o essencial da magia do coração e dos sentidos. Desde 1905 que circulavam rumores em Viena sobre uma obra «licenciosa» que Arthur Schnitzler teria escrito. Era A Ronda, que nenhum teatro se atreveu a encenar e começou por ser divulgada em edição de autor. Foi preciso esperar por 1921, depois do colapso do Império Austro-Húngaro, para que a peça pudesse ser representada em Viena, causando grande escândalo. Arthur Schnitzler nasceu em Viena em 1862. Depois de ter terminado Medicina, dedicou-se ao teatro, tendo-se tornado famoso aos 33 anos com "Liebelei". Paralelamente à sua obra de dramaturgo, escreveu várias novelas, romances e livros de aforismos, entre os quais "O Tenente Gustl", "A História de Um Sonho" e "Relações e Solidão". Schnitzler relacionou-se com Freud, que admirava as suas obras. O autor de "A Ronda" faleceu em 1931.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Ronda: Dez diálogos”, de Arthur Schnitzler, publicado pela editora Relógio d'Água, em 2012 e com 110 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Relógio d'Água
Páginas: 110
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9789896411145
Sobre a editora
Os livros da editora Relógio D'Água apresentam uma leitura que mescla densidade intelectual e narrativa envolvente, transitando entre a poesia, a filosofia e a ficção literária com forte carga reflexiva. As obras frequentemente exploram tensões entre pensamento e ação, passado e presente, individual e coletivo, criando atmosferas que oscilam entre o íntimo e o universal. O ritmo das narrativas varia, podendo ser contemplativo e psicológico em alguns casos, ou marcado por conflitos morais e políticos em outros, sempre com uma linguagem que privilegia a precisão e a profundidade. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como a condição humana, o poder, a memória e as contradições sociais, com textos que dialogam tanto com a tradição clássica quanto com questões contemporâneas.
